Aqui, lê-se, drama e doçura.

Escrevo meus porquês, sem poréns e sem vírgulas.
Meu mundo é perigoso e opcional.
Sou liberta de correntes.
Vivo.

Deixo ser
Deixo estar
Deixo a vida passar
- Observo enquanto escrevo.
Transformo vivência em palavras
e -
Deixo as palavras invadirem o espaço.

Vendo a vida passar; e escrevendo entre aspas.
(Aqui, lê-se, drama e doçura.)

domingo, 27 de janeiro de 2013

Longe da razão, aqui sou eu, pura emoção.


Cansei de rascunhar a vida. Sem comoção, atrevo-me a dizer que me alegrei por um instante em fazer parte do grupo dos loucos que tanto prezavam pelo hedonismo. Eis que acaba aqui. Acaba um discurso e começa a fase de experimentos. Afinal, não basta apenas discursar, já que no meio de tantos cabeças internetês, ousar sem experimentar é sinônimo de hipocrisia.
Fico por aqui com risos e abraços a quem se atrever a fugir da lucidez!

Um comentário:

  1. escrever poemas (ou um texto como o seu, tão belo poeticamente) é apologia ao hedonismo.

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