Aqui, lê-se, drama e doçura.

Escrevo meus porquês, sem poréns e sem vírgulas.
Meu mundo é perigoso e opcional.
Sou liberta de correntes.
Vivo.

Deixo ser
Deixo estar
Deixo a vida passar
- Observo enquanto escrevo.
Transformo vivência em palavras
e -
Deixo as palavras invadirem o espaço.

Vendo a vida passar; e escrevendo entre aspas.
(Aqui, lê-se, drama e doçura.)

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Antes do sol acordar
devo de um segredo
lembrar.

Todos os dias
fazer - um sorriso
nascer,
e mudar -
o ponteiro do relógio
correr.

Caminhar só de ponta a ponta
de Salva
a
dor
ao - ou
Para(r)
ná - lá.

E com essas atadas mãos
reconhecer a alegria
de um dia de verão
- dando socos na opressão.

onde o sol nasce pelo natal,
acorda
e contagia,

de segredos da alegria
quando as nuvens voltam a chorar
o sol volta ao seu lugar.
E dorme.



Pontos totalmente jogados ao ar, sem muitas conexões e palavras despojadas. Certamente não estou nos meus melhores momentos, apenas um esboço de quem sente saudades do sentir e transcrever.

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