Aqui, lê-se, drama e doçura.

Escrevo meus porquês, sem poréns e sem vírgulas.
Meu mundo é perigoso e opcional.
Sou liberta de correntes.
Vivo.

Deixo ser
Deixo estar
Deixo a vida passar
- Observo enquanto escrevo.
Transformo vivência em palavras
e -
Deixo as palavras invadirem o espaço.

Vendo a vida passar; e escrevendo entre aspas.
(Aqui, lê-se, drama e doçura.)

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Essa alma é quem escreve

Minha alma escreve, mesmo que frases, mesmo em papéis rasgados e manchados. Ela quem escreve e quem faz poesia. Quem criam teias e teias de pensamentos para capturar ideias e comê-las. Minha alma escreve chorando, não querendo escrever, às vezes até esquece de viver e mergulha de cabeça nas palavras, maravilhando-se com seu incrível mundo literário. Esta alma escreve entre ecos, lamúrias, até luxúrias.
Pode ela escrever sem dedos e sem ideias, basta uma caneta, um guardanapo borrado, algo que faça desenhar o mundo com suas mãos, que o possa tocar e acolher para si. Alma minha que canta, sai como música, que respira poemas e inala poesias. É fica embriagado com tanta poesia, tanta cor, até sem cor, com personagem, sem personagem. Essa alma já entrou na vida de tanta gente, já entendeu tantos, já tocou em tantos pensadores. Essa alma que lê.Alma minha, anda vagarosamente, pé ante pé, as palavras vão surgindo e o fim delas é sempre um susto. Eu toco-lhe, toco minha alma. Toque minha alma... Entenda-me.

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