Aqui, lê-se, drama e doçura.

Escrevo meus porquês, sem poréns e sem vírgulas.
Meu mundo é perigoso e opcional.
Sou liberta de correntes.
Vivo.

Deixo ser
Deixo estar
Deixo a vida passar
- Observo enquanto escrevo.
Transformo vivência em palavras
e -
Deixo as palavras invadirem o espaço.

Vendo a vida passar; e escrevendo entre aspas.
(Aqui, lê-se, drama e doçura.)

quarta-feira, 9 de março de 2011

Sonho

Caem meteoros do céu. Meteoros mágicos, que transbordam doçura e brilho ao chão. Meteoros que adubam o solo, florescem as flores e acorda os que dormem, aqueles que não tremem, dão um estalo de leve para chamar atenção. Um 'plim' é ouvido de longe, lentamente os olhos se abrem. Sonho. Era sonho. Meteoros não existem. O sorriso torna a dormir, as pálpebras se fecham e é visto um lago que cai do teto, o piso que se transforma em trilhos de trem, esses mesmos trilhos voam e rapidamente tudo é posto no lugar, Meteoros tornam a chover.
Dessa vez o 'plim' é exigente e berrante, é o despertador avisando que passou da hora de deixar os sonhos. Não caem meteoros do céu, é a chuva enfurecida, que cai limpando as ruas, o sol não é visto, está nublado.
Acaba a diversão quando é preciso voltar à realidade.

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