Aqui, lê-se, drama e doçura.

Escrevo meus porquês, sem poréns e sem vírgulas.
Meu mundo é perigoso e opcional.
Sou liberta de correntes.
Vivo.

Deixo ser
Deixo estar
Deixo a vida passar
- Observo enquanto escrevo.
Transformo vivência em palavras
e -
Deixo as palavras invadirem o espaço.

Vendo a vida passar; e escrevendo entre aspas.
(Aqui, lê-se, drama e doçura.)

sexta-feira, 14 de maio de 2010

A culpa é do céu.

Reiterar pensamentos:
Que talvez as estrelas do céu
possam ser a solução para as angústias.
Dores profundas
mergulhadas em desespero,
da primazia luar que nunca vou tocar
ou enxergar.
Nem me queimar, por estar
perto demais. Do
dissonante e impossível que tanto sonho.

Reiterar pensamentos expostos, que
fazem mal, por culpa das estrelas
más colocadas, que podiam me ajudar.

Entre vírgulas, troco posições de pronomes,
como entre sonhos, troco sorrisos por
lágrimas. Por culpa do céu, que gigante,
leva-me a tempestade e ventania. O
mesmo céu gigante que podia me ajudar.

Com as estrelas do céu, a brilhar, portanto,
faço de mim um mau encanto, por culpa
do que está acima de mim, que não
posso tocar. E podia ser a solução...

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