Aqui, lê-se, drama e doçura.

Escrevo meus porquês, sem poréns e sem vírgulas.
Meu mundo é perigoso e opcional.
Sou liberta de correntes.
Vivo.

Deixo ser
Deixo estar
Deixo a vida passar
- Observo enquanto escrevo.
Transformo vivência em palavras
e -
Deixo as palavras invadirem o espaço.

Vendo a vida passar; e escrevendo entre aspas.
(Aqui, lê-se, drama e doçura.)

sábado, 10 de abril de 2010

Quem você é e o que você vê?

Quem você é, é o que você vê?
O que você é?
O que você vê?
Quem você vê;
pra ser o que é...

Triste mania dos que se acham espertos em olhar nos olhos e achar que sabem de cada personalidade, acham que sabem quem cada um é. Mas quem são os outros quando que quem julga, não sabe a si próprio? Conceitos não são vistos nos olhos. Personalidade descoberta por tal maneira? Fracasso! Descoberta? Sim, que olhos mentem, mentem constantemente, eles simplesmente sempre mentem.

Quem é você? Quem você é? O que você mostra ser? Quanto você é? Quantos você é?
Eu vejo e revejo meus conceitos sempre, tenho a mente aberta, gosto de descobrir, e analisar opiniões, mesmo elas aparentando erradas, mesmo uma mentira sendo contada, eu analiso, eu sei, mas analiso.
Eu? Não sou única, sou várias. Várias personalidades diferentes em um único corpo. O porque... Não existe uma só personalidade no mundo, não existe. Adaptação a cada personalidade, eu diria, que é o que melhor me descreve. Eu quero ouvir, entender, conversar com cada personalidade, o que é impossível para quem é apenas um.
Eu leio, não livros enormes, não histórias estupendas - não que eu não leia -, mas textos. Leio sentimentos. Eu gosto de ler o que foi escrito chorando, sorrindo, analisando, vivendo, pensando... Eu gosto de ler o que foi escrito com o coração. É uma forma de conceito, descobrir quem é o escritor, o que ele sente. Melhor que olhos... Há uma garantia, textos que são descritos sentimentos, não são mentirosos. Não, esses não mentem jamais.

À alguém que adora conceitos falsos e errados, que julga, e o público acha um exímio e elogia. Espero que um dia, esse alguém leia esse texto e mude todos seus anos de "experiência"; pelo menos entenda a pessoa que foi julgada e desmerecida em/com seu real valor.

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