Aqui, lê-se, drama e doçura.

Escrevo meus porquês, sem poréns e sem vírgulas.
Meu mundo é perigoso e opcional.
Sou liberta de correntes.
Vivo.

Deixo ser
Deixo estar
Deixo a vida passar
- Observo enquanto escrevo.
Transformo vivência em palavras
e -
Deixo as palavras invadirem o espaço.

Vendo a vida passar; e escrevendo entre aspas.
(Aqui, lê-se, drama e doçura.)

quinta-feira, 4 de março de 2010

Apogeu.

Pulsa, pulsa; o sangue quente,
águardente da mente, que vicia,
cria a utopia, abominando a teoria,
a poesia, o verdadeiro.
De plebeu a cavalheiro; do descanço
a passageiro, que muda o roteiro,
de um jeito brasileiro, de um jeito traçoeiro.
Do bruto, vida, astuto, aproveitar o minuto e
ficar de luto, pelos não-ébrios,
que não desfrutam o vício, o estio.
Sofrendo tentações, tentando redenções,
chorando a vibrações, criando condições.
Achando inovações, de mais intenções.
Os que vêem o breu, acreditando em romeu,
Fazendo-se ateu, falando que nunca sofreu.
Tirando-os de seu próprio liceu.
vivendo a vida em um apogeu.

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