Aqui, lê-se, drama e doçura.

Escrevo meus porquês, sem poréns e sem vírgulas.
Meu mundo é perigoso e opcional.
Sou liberta de correntes.
Vivo.

Deixo ser
Deixo estar
Deixo a vida passar
- Observo enquanto escrevo.
Transformo vivência em palavras
e -
Deixo as palavras invadirem o espaço.

Vendo a vida passar; e escrevendo entre aspas.
(Aqui, lê-se, drama e doçura.)

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Negue-se.

Borboletas, como as amo. Elas voam, sem rumo, são bonitas. Saem de seu casulo e vivem por ae. Mas cuidado borboleta, não se perca. O Vento está muito agitado, você pode se perder, cuidado.

E você fica aí, voando, perdido, sozinho, triste, angustiado, caminhando olhando pro chão. Negue-se! Seja uma pessoa diferente a cada dia, a cada hora e minuto.
Negue-se e ande olhando para frente, com as mãos para cima, procurando as portas que, com certeza, você achará. Negue-se e caminhe suplicando água, para que tenha mais determinação em ansiar a sede.
Negue a si mesmo todos os dias, mude sua vida de amanhã, cuide-se hoje, e tenha um coração aberto para a eternidade. Mova o mundo, você pode, negando a si, melhorando, você pode tudo.
Negue-se e viverá satisfeito com sua vida. E aí sim, a borboleta achará o caminho e não se perderá jamais.

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