Aqui, lê-se, drama e doçura.

Escrevo meus porquês, sem poréns e sem vírgulas.
Meu mundo é perigoso e opcional.
Sou liberta de correntes.
Vivo.

Deixo ser
Deixo estar
Deixo a vida passar
- Observo enquanto escrevo.
Transformo vivência em palavras
e -
Deixo as palavras invadirem o espaço.

Vendo a vida passar; e escrevendo entre aspas.
(Aqui, lê-se, drama e doçura.)

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Só os fortes não amam.

"A palavra amor (do latim amor) presta-se a múltiplos significados na língua portuguesa. Pode significar afeição, compaixão, misericórdia, ou ainda, inclinação, atração, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo, libido, etc. O conceito mais popular de amor envolve, de modo geral, a formação de um vínculo emocional com alguém, ou com algum objeto que seja capaz de receber este comportamento amoroso e alimentar as estimulações sensoriais e psicológicas necessárias para a sua manutenção e motivação."

O amor é algo que o humano constrói. Coisa que vem da imaginação. Com uma simples atração, é criado o desejo de estar sempre com uma certa pessoa, querer o seu bem, afeição. É só atração. Falta os tolos perceberem isso. Mas para isso há vários tipos e formas de amar. Amor efêmero, por exemplo, o que acontece na maioria dos casos.
Amor pode ser ensinado sim. A afeição por alguém pode aumentar, o amor pode surgir. O gostar, e depois... AMAR!
Besteira aqueles que sofrem por amor. Desgostar é tão fácil e simples. Chorar, se lamentar, agonizar-se por alguém... Isso não existe. Basta ter outra pessoa, daí fica mais fácil esquecer.
O amor pode ser desfeito. Alguém pode deixar de amar. É assim que funciona os "ex-relacionamentos". Amor bobo, fácil, tênue de se quebrar, assim funciona um "ex amor", pois amor que é amor não se esquece. Nunca.

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