Aqui, lê-se, drama e doçura.

Escrevo meus porquês, sem poréns e sem vírgulas.
Meu mundo é perigoso e opcional.
Sou liberta de correntes.
Vivo.

Deixo ser
Deixo estar
Deixo a vida passar
- Observo enquanto escrevo.
Transformo vivência em palavras
e -
Deixo as palavras invadirem o espaço.

Vendo a vida passar; e escrevendo entre aspas.
(Aqui, lê-se, drama e doçura.)

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Eu tenho medo da morte.

Eu não tenho medo da idéia de que vou morrer, isso é fato, todos nós sabemos. Eu tenho é medo da morte.
Não queiram dar uma de durões, todos têm. Ninguém morreu fisicamente para dizer-me o que tem do outro lado, então, eu tenho medo sim. É normal o ser humano temer o que não conhece.
Eu já aceitei o fato de que irei morrer, pois "A única certeza da vida é a morte" - Para mim é uma das únicas frases reais que podemos atribuir a vida de todos -, porém, me assusta.
Para qual caminho você irá quando morrer? Não bate a curiosidade junto com o pavor e o medo? Claro.
Eu quero continuar sendo normal, então... Eu tenho medo da morte.

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