Aqui, lê-se, drama e doçura.

Escrevo meus porquês, sem poréns e sem vírgulas.
Meu mundo é perigoso e opcional.
Sou liberta de correntes.
Vivo.

Deixo ser
Deixo estar
Deixo a vida passar
- Observo enquanto escrevo.
Transformo vivência em palavras
e -
Deixo as palavras invadirem o espaço.

Vendo a vida passar; e escrevendo entre aspas.
(Aqui, lê-se, drama e doçura.)

domingo, 15 de novembro de 2009

Xeque... Mate?

E começa a partida.
- Xeque.
Como assim? Logo de início? Pensa e sacrifica seu peão para proteger o cavalo. Em mente, tudo estava perfeitamente bem, porém, esqueceu-se de seu adversário. Ele é mais ágil e logo depois....
- Xeque.
Desta vez, o rei estava ameaçado. Opa, ele também sacrificou-se, a rainha pode dar um jeito nisso e...
- Xeque.
Novamente? Ora bolas, pensei de novo só em mim. Uma peça dele se foi, mas era estratégia para abrir caminho para minha torre. E lá se vai ela.
...
- Xeque em 7.
...
- Xeque em 3.
...
- Xeque.

(...)
As estratégias não foram boas, você está perdendo.
Seu bispo já se foi, até mesmo sua rainha, como protejerá o rei?
Nunca ande três casas quando o jogo está ruim - nem mesmo se o cavalo pedir -. Não ponha tudo a perder.
Pense com precisão, mas não sacrifique-se. O bom é ter toda a jogada em mente, mas não pense em si próprio, analise seu adversário, seja ele, veja como irá jogar na rodada e não se esqueça: Não sacrifique-se.

Começa a rezar, isso não adiantará, você vai perder. Seu adversário é mais forte e inteligente. Mas antes do último lance....
- Peraí.
- Estou pronto para mais um xeque.
- A diagonal maior branca está no lado contrário, está na direita.
Obervam perplexos
- É verdade
- Então vamos reiniciar o jogo.

E foi assim que eu reiniciei o meu jogo com a vida. Sempre há uma luz no fim do túnel. Seja esperto, se não.... Xeque-mate.

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