Aqui, lê-se, drama e doçura.

Escrevo meus porquês, sem poréns e sem vírgulas.
Meu mundo é perigoso e opcional.
Sou liberta de correntes.
Vivo.

Deixo ser
Deixo estar
Deixo a vida passar
- Observo enquanto escrevo.
Transformo vivência em palavras
e -
Deixo as palavras invadirem o espaço.

Vendo a vida passar; e escrevendo entre aspas.
(Aqui, lê-se, drama e doçura.)

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Já morri várias vezes.

Não fisicamente, sim emocionalmente. Psicologicamente afundei-me também.
Já li livros em que me pus no lugar do personagem. Já li livros de perguntas na qual eu precisava responder como se fosse um labirinto para, finalmente, achar a saída. Já li livros em que diretamente o autor abre um debate comigo - ou uma simples bronca -, e já li livros em que eu fui o autor. Digo, não me sentei para escrever aquelas palavras, pois não fui eu quem escreveu, mas incrivelmente todas as minhas idéias são retratadas.
Chorar, sorrir, decepcionar-se... São apenas sinais de que está vivo, mas como viver, se maus sentimentos se mesclam abolindo tudo o que há por dentro de nós? Então eu morri.
Morri e continuei andando. "Ressuscitei”, diversa e diversas vezes. E não, eu não me canso.
A morte nem sempre é ruim para quem está vivo e continuará depois que morrer. É como uma escola, ela te ensinará e prudente você absorverá esses ensinamentos e testá-la em sua vida fazendo de tudo para que dê certo.
Minha vida passava diante de meus olhos e eu observava cada erro para não fazer igual na próxima vida.
Já morri várias vezes e cada morte serviu para que eu renascesse. "Aprender" talvez seja a palavra certa.

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