Aqui, lê-se, drama e doçura.

Escrevo meus porquês, sem poréns e sem vírgulas.
Meu mundo é perigoso e opcional.
Sou liberta de correntes.
Vivo.

Deixo ser
Deixo estar
Deixo a vida passar
- Observo enquanto escrevo.
Transformo vivência em palavras
e -
Deixo as palavras invadirem o espaço.

Vendo a vida passar; e escrevendo entre aspas.
(Aqui, lê-se, drama e doçura.)

sábado, 29 de agosto de 2009

O amor é o seu assassino

Aquele olhar já não era mais o mesmo, aqueles olhos não eram iguais, havia mais que isso, muito mais. Já estava tudo ultrapassado, a moda não existia.
O brilho tinha se apagado, as coisas não tinham forma, não tinham cores, nada mais era o mesmo.
Aquela menina não sentia, não sorria, não falava, não amava, nada mais fazia.
Todos temiam sua existência, sua passagem era de longe, ela era sozinha.
A Menina dos olhos tristes não andava igual aos outros, apenas vagava naquele mundo.
Nunca se soube exatamente o motivo daquela profunda tristeza, sabe-se apenas que o amor o matou, e matará a todos nós.

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