Aqui, lê-se, drama e doçura.

Escrevo meus porquês, sem poréns e sem vírgulas.
Meu mundo é perigoso e opcional.
Sou liberta de correntes.
Vivo.

Deixo ser
Deixo estar
Deixo a vida passar
- Observo enquanto escrevo.
Transformo vivência em palavras
e -
Deixo as palavras invadirem o espaço.

Vendo a vida passar; e escrevendo entre aspas.
(Aqui, lê-se, drama e doçura.)

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Time

Estava tudo bem. Quer dizer... menos o fato de eu ter passado o dia anciosa, esperando esse momento.
Ele enfim chega. Não quero ver, não quero assistir, não quero ouvir, não quero saber. Apenas no final. Pode parecer estranho para alguém que queria o tempo todo que aquele momento chegasse. Pois bem, ouço pessoas falarem que nada está bem para o nosso lado. Vamos tomar um banho feio deles. Não, não pode ser! Estamos presos a uma hegemonia, era isso que a minha mente gritava. Éramos rivais, não poderíamos entregar tudo de bandeja.
Me desespero, quando ouço o nosso querido rival gritar "É nosso". Lá se foi, a minha esperança , mas não totalmente! Está no começo, podemos virar isso, podemos VENCER!
E assim foi, nós estávamos esperançosos por uma virada, nervosos por eles estarem melhor que nós e ao mesmo tempo chateados por não reagirmos. O que poderia ser pior? O nosso mais querido rival ganhar a hegemonia?, Seus adoradores saírem de suas casas gritando que nós perdemos?, ouvir pessoas falarem que estávamos mal e que não merecíamos estar ali, decidindo algo?. Naquela hora, tudo pesou.
Meu caro leitor, posso estar sendo a mais dramática possível, era isso que eles queriam me mostrar.
- Ora,faz parte - ele me falava
- Não, não faz
Em uma guerra, você não luta com a conciência de que vai perder, e sim de que vai ganhar, pelo menos é isso que você quer.
Mas enfim... O que eu posso fazer? torcer, torcer e torcer. Torcer pela sorte, torcer pela vida, torcer pelos nossos guerreiros e torcer para que o nosso rival perca a próxima.
Meu querido time perdedor, eu ainda te amo

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