Aqui, lê-se, drama e doçura.

Escrevo meus porquês, sem poréns e sem vírgulas.
Meu mundo é perigoso e opcional.
Sou liberta de correntes.
Vivo.

Deixo ser
Deixo estar
Deixo a vida passar
- Observo enquanto escrevo.
Transformo vivência em palavras
e -
Deixo as palavras invadirem o espaço.

Vendo a vida passar; e escrevendo entre aspas.
(Aqui, lê-se, drama e doçura.)

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Ao som do piano

Ao som do piano, me recordo de bons momentos.
Momentos em que sabíamos sorrir, e até chorar - mas chorar por coisas fúteis.
Como era bom... Bom era poder tocar aquela música cujo refrão dizia algo parecido com "beije, beije e se apaixone".
Sentir o doce sentimento que a música pode trazer. Lembranças... como são boas.
Lembranças estas, que mesmo ruins, ao serem recordadas nos fazem esboçar um leve sorriso no rosto.
Ao som do piano, reflito sobre meus atos passados e presentes e enxergo que, ele é o meu maior ponto fraco.
Mesmo sendo imóvel, aquele doce piano tira lágrimas de meus olhos.
Ao som do piano eu faço a minha vida em uma canção não cantada, mas com um profundo sentimento.

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